Mestre Tabosa Pioneiro nas Rodas Musicais e na Capoeira de Brasília
Blog do Mestre Tabosa
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Mestre Tabosa, discípulo do Mestre Arraia, deu continuidade à Capoeira de Brasília desde 1964. Ganhador do "Berimbau de Ouro" junto com o Grupo Senzala em 67, 68 e 69. Em 1974 inaugurou a Primeira Academia de Capoeira e Ginástica oficial de Brasília, a Academia Tabosa. Interessou-se também por outros esportes como Judô (Faixa Preta), Sumô, Esgrima, Professor Renomado de Ginástica Localizada Brasileira e Competições de Maratonas, Triatlons e Canoagens. Na área das Artes participou de Teatro, Cinema e Pioneiro nos Palcos de Músicas de Brasília participando de vários Shows e Concursos de Música Popular Brasileira como Intérprete e Compositor, um polímata. Seu Blog vai disponibilizar todas as facetas deste Grande Homem Sempre à Frente do seu Tempo. Dedicado principalmente à Capoeira, nossa Arte Luta, genuinamente Brasileira. Uma Lenda Viva!
domingo, 12 de julho de 2026
Domingou!!!! Mestre Hélio Tabosa Interpreta a Música “Ilusão à Toa
Domingou!!!! Mestre Hélio Tabosa interpreta a clássica canção “Ilusão à Toa”, composta e cantada pelo pianista Johnny Alf, foi lançada oficialmente em 1961.
Homenagem/Depoimento ao Mestre Gato pelo Mestre Herald Tabosa de Córdova
Gostaríamos de compartilhar o belíssimo texto do Mestre Herald Tabosa de Córdova homenageando o Mestre Gato relatando uma das visitas na Academia do Mestre Hélio Tabosa na 506. Salve, Mestre Gato!!!
Capoeira em Aruanda
E, do nada, vem a vida e dá mais uma rasteira marota. A essa altura do campeonato, se o camarada não aprendeu a cair e a rapidamente se levantar após uma queda, esquece. Esse jogo não é para ele. O fato é que lá veio mais uma, e essa me jogou de bunda no chão do passado. Hoje, ficamos sabendo que o mestre Gato foi jogar capoeira no céu.
Disse que caí de bunda no chão do passado porque o ano era 1981, o local: a academia Tabosa, na 506 Sul. Poucos visitaram aquele piso como eu. Desengonçado, ainda iniciando os primeiros passos na capoeira, aquele piso vinílico claro era meu velho conhecido. Do chão não passa! Dizia o mestre Tabosa, num tom gozador. Levou um tempo para entender a mecânica dos movimentos e solucionar os desafios motores para finalmente deixar de escorregar ao tentar concluir uma armada ou uma meia lua de compasso com mais velocidade e vigor.
Mas naquele dia foi diferente. Uma figura alta, esguia, sem camisa (coisa que o Tabosa desencorajava veementemente), com uma corda vermelha na cintura, foi apresentado no início do treino. Tratava-se do mestre Gato, da Senzala, Rio de Janeiro. Era nítida a amizade que havia entre o mestre Tabosa e ele, cúmplices em provocações e gozações para todo lado. Por uma espécie de deferência, ele foi convidado a puxar o treino naquele dia. Assim, após os vigorosos exercícios de aquecimento de praxe, foi proposto por ele uma sequência a ser realizada em duas colunas, um praticante por vez, repetindo os movimentos algumas vezes ao longo do salão, em seu sentido longitudinal. Começávamos da janela e seguíamos até a parede no outro lado. O problema é que era complicado! No meio da sequência de golpes e esquivas, tinha que descer e dar um rolê para sair lá do outro lado, circundando um hipotético oponente. E quem disse que eu sabia dar um rolê? Travei.
Até aí, tudo bem. Fui procurando um canto para me esconder e esperar um outro momento para passar vergonha mais discretamente, mas fui notado pelo mestre Gato. Muito experiente, ele logo percebeu ser o caso de outros iniciantes e abriu um espaço lateral para uma espécie de escolinha. Eu e outros cordas bambas ficamos ali, repetindo somente essa parte: agachar, esticar uma perna e rolar sobre ela, terminando o movimento na mesma posição, mas deslocado um pouco para o lado do rolamento recém realizado. Algo simples, uma solução genial para escapar de situações difíceis, que somente mais tarde fui entender na dinâmica dos jogos.
Mas o que me chamou a atenção naquele momento foi outra coisa. Aquele cara tinha parado para dar atenção para uns pernas de pau, com a mesma compenetração com que se dirigia aos graduados. Fiquei sem graça. Tudo naquela época me deixava sem graça. Tomar o tempo do mestre, com tanta gente de peso dividindo o espaço e o tempo do treino era o fim da picada! Mas ainda assim ele se dedicou à gente com paciência, demonstrando a compreensão da importância dos fundamentos no aprendizado de qualquer coisa. Ali foi a verdadeira aula que tive naquele dia. Alguns anos depois, já à frente de grupos de treinamentos tanto de crianças quanto de adultos, nunca deixei de observar e reproduzir aquele exemplo. É, parece que as rodas do lado de lá estão ficando mais interessantes do que as daqui... Segue com Deus, mestre! E muito obrigado...
Herald
11/07/2026
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Depoimentos da História da Capoeira de Brasília para as Comemorações dos 50 e 60 anos do Mestre Tabosa - Parte 3 - Histórias dos Esportes em Brasília
https://mestretabosa.blogspot.com/2023/05/depoimentos-da-historia-da-capoeira-de.html
Depoimentos da História da Capoeira de Brasília para as Comemorações dos 50 e 60 anos do Mestre Tabosa - Parte 6: Citações e Homenagens ao Mestre Tabosa
https://mestretabosa.blogspot.com/2023/08/depoimentos-da-historia-da-capoeira-de.html
https://mestretabosa.blogspot.com/2023/08/depoimentos-da-historia-da-capoeira-de.html
sábado, 11 de julho de 2026
Mensagem do Mestre Tabosa ao Amigo Mestre Gato do Grupo Senzala
HOMENAGENS DO MESTRE TABOSA PARA OS CAPOEIRAS:
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Mestre Tabosa estará na TVCOM na entrevista do Papoeirando
O Papoeirando agora também está na TVCOMDF!
A capoeira conquista mais um importante espaço na comunicação. O Papoeirando chega à TVCOMDF – TV Comunitária do Distrito Federal, uma emissora que valoriza a cultura, a educação e os projetos sociais, levando conteúdo para milhares de pessoas por meio da TV por assinatura e também pela internet.
Durante o mês de julho, você vai acompanhar entrevistas especiais com grandes nomes da capoeira:
15/07 (quarta), às 17h – Mestre Tabosa
22/07 (quarta), às 17h – Mestre Barto
29/07 (quarta), às 17h – Mestre Kall
Acompanhe, compartilhe e fortaleça a divulgação da nossa cultura. A capoeira merece estar cada vez mais presente nos meios de comunicação!
Papoeirando com Boquinha Capoeira
TVCOMDF
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“Papoeirando” estreia na TV Comunitária com o Mestre Tabosa, relembrando o pioneirismo da capoeira em Brasília e defendendo a preservação da história da arte brasileira
Precursor da capoeira no Distrito Federal, Mestre Tabosa conta como ajudou a estruturar a modalidade na capital, relembra a conquista histórica do Berimbau de Ouro e faz um apelo pela união entre os capoeiristas. O programa Papoeirando com o Mestre Tabosa irá ao ar pela TV Comunitária de Brasília, na quarta-feira, dia 15 de julho, às 17 horas. Na quarta (22), no mesmo horário, será exibido o Papoeirando com o Mestre Barto. E na quarta, dia 29, também às 17 horas, será a vez do Papoeirando com o Mestre Kall. Em agosto será a vez das Mestras da Capoeira do DF.
A TV Comunitária de Brasília está disponível no Canal 12 na Claro NET-DF e na home (www.tvcomunitariadf.com), no YouTube (TV Comunitária de Brasília e Satélites), Facebook e Instagram (@tvcomdf), e nos streamings da Viva Live TV (canal 586 na Europa, Estados Unidos e América Latina), UTV Play Plus (canal 19), da Apple (iMac, iPhone e iPed), da Roku Express (nas smarts tvs Philco, AOL e TCL), daSamsung, do Multicanal (plataforma russa na Roku, LG, Samsung e SmartTV), Rede iTV, Olho na TV/Masper TV (https://www.olhosnatv.com.br/2018/09/tv-comunitaria-df.html).
O canal está disponível também na palma da sua mão. Basta clicar no link:
Por Paulo Miranda – jornalista e presidente da TV Comunitária de Brasília
Brasília (DF) – A história da capoeira no Distrito Federal se confunde com a trajetória de um de seus maiores pioneiros: Mestre Tabosa. Conhecido nacionalmente por seu trabalho na organização e expansão da modalidade, o mestre concedeu uma longa entrevista ao programa Papoeirando, ancorado e produzido por Israel Melo, na qual relembrou mais de seis décadas dedicadas à capoeira, desde os primeiros treinos em Brasília até a consolidação da cidade como uma das principais referências nacionais da arte afro-brasileira.
Natural do Rio de Janeiro, Hélio Tabosa de Moraes chegou à capital federal ainda na infância, acompanhando a família durante a construção de Brasília. Foi na nova cidade que conheceu a capoeira e iniciou uma trajetória que marcaria definitivamente a cultura esportiva e popular do Distrito Federal.
Segundo o mestre, seu primeiro contato aconteceu por volta de 1964, durante uma apresentação realizada no Colégio Elefante Branco pelo baiano Aldenor Benjamin, conhecido como Mestre Arraia. “Naquele dia eu vi que era aquilo que queria fazer para o resto da vida”, recorda.
O nascimento da capoeira em Brasília
Tabosa explica que a continuidade da capoeira na capital poderia não ter acontecido após o retorno de Mestre Arraia para Salvador durante o período da ditadura militar. Segundo ele, três jovens assumiram a responsabilidade de manter viva a modalidade em Brasília: o próprio Tabosa, Cláudio Danadinho e Fritz. “A capoeira poderia ter acabado aqui. Nós três demos continuidade ao trabalho iniciado pelo Mestre Arraia”, afirma.
Poucos anos depois, em 1968, Tabosa foi convidado para ministrar aulas na Universidade de Brasília (UnB), tornando-se um dos primeiros professores da modalidade em uma instituição de ensino superior do país. O projeto fazia parte das atividades de educação física da universidade e acabou atraindo centenas de estudantes. “Cheguei a dar aulas para mais de cem alunos ao mesmo tempo. Foi ali que precisei desenvolver uma metodologia de ensino que depois seria adotada por muitos professores de capoeira”, relembra.
A primeira academia de capoeira do Distrito Federal
Em 1974, Mestre Tabosa fundou a primeira academia formal de capoeira de Brasília. Na época, segundo ele, praticamente não existiam referências sobre como organizar uma escola dedicada exclusivamente à modalidade.
Inspirado na disciplina do judô, criou uma metodologia própria, estabelecendo sequências de movimentos, organização das aulas, normas de convivência e um ambiente que valorizava higiene, disciplina e respeito. “Eu queria mostrar que a capoeira também era organização, educação e formação de pessoas”, explica. Foi nesse período que estruturou um dos primeiros sistemas de graduação da capoeira brasiliense.
Diferentemente de outros grupos, Tabosa buscou inspiração nas cores atribuídas aos orixás das religiões de matriz africana, criando um modelo que posteriormente influenciaria diversas escolas no Distrito Federal.
Berimbau de Ouro mudou a história da capoeira
Outro momento decisivo da carreira ocorreu entre 1967 e 1969, quando participou do tradicional festival Berimbau de Ouro, realizado no Rio de Janeiro. Ao lado de integrantes do Grupo Senzala, Tabosa conquistou o prêmio durante três edições consecutivas. Segundo ele, o evento representou um divisor de águas para a capoeira brasileira.
As apresentações inovaram ao combinar técnica, preparo físico, coreografias e uma estética diferente da praticada até então. “Nós quebramos paradigmas. A forma como nos apresentávamos mudou a maneira como a capoeira passou a ser vista no Brasil”, afirma.
Reconhecimento nacional e internacional
Ao longo da carreira, Mestre Tabosa participou de apresentações em diversos estados brasileiros e também em eventos internacionais. Na entrevista, relembrou encontros históricos com grandes nomes da capoeira brasileira, entre eles Mestre João Pequeno, Valdemar da Liberdade, Paulo dos Anjos, Itapuã, Leopoldina e diversos representantes do Grupo Senzala.
Também destacou sua participação na histórica Jornada Brasileira de Capoeira, em Ouro Preto (MG), considerada por ele um dos momentos mais importantes da integração nacional entre mestres. “Ouro Preto reuniu praticamente todos os grandes nomes da capoeira brasileira. Foi um encontro histórico”, recorda.
Formação de gerações
Durante mais de quatro décadas ministrando aulas, Tabosa formou centenas de praticantes e diversos mestres que hoje mantêm academias e projetos sociais no Distrito Federal e em outros estados. Entre os nomes lembrados por ele estão Mestre Ralil, Fred Guaraná, Monera, Gil, Agnaldo Camoto e outros alunos que deram continuidade ao seu legado. Segundo o pioneiro, a maior conquista não foi formar atletas, mas cidadãos. “A capoeira é uma escola de vida. Ela ensina disciplina, respeito, responsabilidade e convivência”, afirma.
O livro “Filho de Xangô”
Ao longo da entrevista, Mestre Tabosa apresentou também seu livro “Filho de Xangô”, obra autobiográfica na qual registra parte da história da capoeira em Brasília. O livro nasceu de um incentivo do saudoso Mestre Pombo de Ouro. “Ele dizia que eu precisava registrar essa história porque muita coisa aconteceu e não podia ficar apenas na memória”, contou.
Paz como legado
Ao final da conversa, o mestre fez uma reflexão sobre as décadas de conflitos entre grupos de capoeira, especialmente durante os anos 1980 e 1990. Segundo ele, aquele período quase comprometeu o desenvolvimento da modalidade. Hoje, porém, acredita que Brasília vive um momento de maturidade.
Para Tabosa, a união construída entre mestres de diferentes regiões demonstra que a capoeira evoluiu. Ele cita como exemplo a tradicional Roda da Torre, conduzida por Mestre Kall, destacando o papel conciliador exercido pelo colega ao longo de quase três décadas. “A paz precisa vencer. Não podemos permitir que a capoeira volte a viver aquele período de violência. Hoje somos muito mais fortes quando caminhamos juntos”, afirmou.
Um patrimônio da cultura brasileira
Reconhecido como um dos principais responsáveis pela consolidação da capoeira no Distrito Federal, Mestre Tabosa representa uma geração que ajudou a transformar uma manifestação antes marginalizada em patrimônio cultural reconhecido internacionalmente.
Sua trajetória acompanha a própria evolução da capoeira brasileira: da resistência nas rodas improvisadas às universidades, academias, projetos sociais e eventos internacionais.
Ao encerrar a entrevista, deixou uma mensagem às novas gerações. “Vivemos momentos difíceis, superamos divisões e mostramos a força da capoeira. Agora cabe às novas gerações preservar essa história, respeitar os mestres e manter viva essa tradição construída com muito trabalho e dedicação.”
Confira a íntegra do Papoeirando com o Mestre Tabosa no Youtube da TV Comunitária de Brasília:
Mestre Tabosa no Show Saigon do Tico de Moraes
Amigos, aqui está a participação do nosso Mestre Tabosa e a Mestra Dani em um ângulo mais próximo, filmado pela Tereza, esposa do Mestre Tabosa, no Show “Saigon” do Tico de Moraes no Clube do Choro homenageando o cantor Emílio Santiago publicado no SEXTOU!!!
Gostaríamos de agradecer a edição da Clara Taboza.
Clique no link abaixo para assistir a apresentação
Mais uma Foto para a Galeria de Encontros Felizes: Mestre Jansen e Mestre Camisa - RJ
Mais uma foto para a Galeria de Encontros Felizes da Academia do Hélio Tabosa. Mestre Jansen Heusi Monteiro (Grupo Cosmos Capoeira) encontrou o Mestre Camisa (Grupo Abadá) no Rio de Janeiro. Salve!!!!

“Mestre Camisa manda um abraço a todos da Academia Tabosa! Falou que gostaria muito de trazer o Mestre Tabosa aqui no CEMB” Mestre Jansen
https://mestretabosa.blogspot.com/2022/10/encontros-felizes-da-familia-academia.html
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Matéria no Canal "Memória de Brasília" sobre a Capoeira de Brasília
Foto do Mestre Tabosa para o
Livro "CAPOEIRA Luta, Dança e Jogo da Liberdade"
Livro "CAPOEIRA Luta, Dança e Jogo da Liberdade"
"Entendo pouco de capoeira, mas sendo de família baiana não podia deixar de falar dessa manifestação cultural linda.Futriquei alguns periódicos antigos e vi já que no primeiro aniversário de Brasília, em 21 de abril de 1961, houve apresentação de capoeira de um mestre chamado Esdras.
Impressionante como os jornais passam uns 10 anos sem falar da capoeira em Brasília, se limitando a comentar de apresentações de mestres baianos que passavam por Brasília, como do Mestre Canjiquinha em 1968, Mestre Gato em 1969 e outros.
Em 1963 o Mestre Arraia (Aldenor Beijamim) é o primeiro a ensinar a arte. Seus alunos foram Mestre Hélio Tabosa, Cláudio Queiroz (Mestre Cláudio Danadinho) e Alfredo Eustáquio Pinto (Mestre Fritz) em 1964.
Um grupo citado em jornais foi o da Academia de Capoeira Berimbazu do Mestre Zulu em Planaltina nos anos 60, que participou e promoveu alguns eventos na cidade. No final dos anos 60 surge a academia do Elefante Branco com o Mestre Adilson.
Em 1969 Mestre Tabosa é convidado pela Faculdade de Educação Física da UnB - FAUNB para implantar a capoeira na UnB. Mestre Tabosa, seus colegas e o Mestre Adilson ganharam o Berimbau de Ouro. Muitos alunos do Mestre Tabosa iniciaram na UnB, os Mestres Gil, Monera, Zulu, Marcondes entre outros. A primeira academia formal e oficial em Brasília foi a do Mestre Tabosa em 1974.
Na Torre de TV havia o Mestre Sabu que para atrais clientes para sua barraca na "Feira Hippie", se apresentava e tocava berimbau. Mais tarde, o Mestre Kall assumiu esse grupo na Torre de TV.
Em paralelo, muita notícia de capoeira em Goiânia nos anos 60 e 70 com destaque para o grupo regional do Mestre Bimba, criador da Capoeira Regional, que passou por aqui, mas voltou pra Goiânia, onde morreu.
Mestre Arraia volta a Brasília em 1978 começa a dar aula de Capoeira Angola para Mestre Barto e outros.
Nos anos 80, aparecem os grupos de capoeira Bonfim do Mestre Cau, Bento Pequeno do Mestre Barto, do Sesc com o Mestre Risadinha, Baiana do Mestre Galo, Tcheco em Taguatinga e o Novos Baianos na Unidade de Vizinhança.
Vai faltar citar alguém? Vai, claro. Mas isso é o que encontrei nos jornais da época.E hoje? Como anda a capoeira?"
29 de junho de 2026
Memória de Brasília
https://www.facebook.com/memoriadebrasilia/posts/pfbid02cUDvX1KKLfqvxBenpUDefSgoBmWrdpfgcGP8s9uueLSWasJUcwJmqb6T4bSe9gGEl?locale=pt_BR
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